As concepções de organização e gestão escolar segundo José Carlos Libâneo.
TÉCNICO-CIENTÍFICA
Hierarquiza cargos e funções;
Racionalidade do trabalho;
Administração Clássica ou burocrática;
Gestão da qualidade total;
Prescrição detalhada de funções e tarefa;
Divisão técnica do trabalho escolar;
Poder centralizador no diretor;
Formas de comunicação verticalizadas;
Maior ênfase nas tarefas do que nas interações pessoais.
AUTOGESTIONÁRIA
Responsabilidade coletiva;
Ausência da direção centralizada;
Acentuação da participação direta e por igual de todos os membros da instituição;
Recusa do exercício da autoridade e;
Promoção do poder coletivo na escola;
Decisões coletivas por meio de assembleias e reuniões;
Alternância no exercício de funções;
Ênfase nas relações pessoais, mais do que nas tarefas.
INTERPRETATIVA
Privilegia menos o ato de organizar e mais a "ação organizadora" como valores e práticas compartilhadas;
Trabalha com base nas experiências subjetivas.
DEMOCRÁTICA PARTICIPATIVA
Busca de objetividade no trato de questões da organização e gestão mediante coleta de informações reais.
Advoga formas de gestão participativa, mas não exclui a necessidade da coordenação.
Defende uma forma coletiva de tomada de decisões, sem desobrigar as pessoas da responsabilidade individual.
Características
da Gestão
Democrática
• Superação de processos
centralizadores;
• Conquista da participação de
todos;
• Respeito à coletividade;
• Mediação de conflitos;
• Apreço pela heterogeneidade;
• E responsabilidades individuais
e coletivas.
GESTÃO
DEMOCRÁTICA
É o processo político através do qual as
pessoas na escola discutem, planejam,
solucionam problemas, encaminham,
acompanham, controlam e avaliam o conjunto
das ações voltadas ao desenvolvimento da
própria escola.
Conceito de Gestão Democrática “[...] é um
processo de aprendizado e de luta política
que não se circunscreve aos limites da
prática educativa, mas vislumbra, nas
especificidades dessa prática social e de
sua relativa autonomia, a possibilidade de
criação de canais de efetiva participação e
de aprendizado do ‘jogo’ democrático e,
consequentemente, do repensar das
estruturas de poder autoritário que
permeiam as relações sociais e, no seio
dessas, as práticas educativas” (DOURADO,
2006, p.6).

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